Outro Ângulo é uma página produzida e atualizada, esporadicamente, por estudante de jornalismo que pretende expor diversos ângulos e opiniões sobre fatos do dia-a-dia. Ênfase na tecnologia, política, arte, esportes, som e à Leal e Valorosa Cidade de Porto Alegre. Tudo possui outro ângulo... Olhe!
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
Flamenguistas: o GRÊMiO entregou!
O resultado da partida poderia ter sido positivo. Mas como valia o quarto campeonato brasileiro pro colorado, não foi. Não deveria ser.
São claras as ocultas orientações. Só não vê quem não quer ver. O Tricolor deixou o Fla jogar. Jogou o segundo tempo inteiro dando espaços. Diferentemente da primeira etapa. Foi um jogo estranho. Thiego jogando bola. Grohe fazendo boas defesas.
Fizemos gol, marcamos na campo adversário, erramos pouquíssimos passes… Foi o tempo da dignidade. Intervalo. Com os amargos fazendo dois no Santo André veio a orientação: deixem o Fla jogar.
De repente nem foi orientação. Foi consciência mesmo. A torcida não aceitaria dar um título importante ao coirmão, ainda mais no Ano do Centenário. Seria a ruína do elenco do jogo.
Jornalista e Colunista vão dizer que não. Mas é porque fica melhor pra imagem para com a audiência, com os clubes e com as forças ocultas. A hipocrisia não dá problema.
Mas urubuzada: seria mais um maracanazzo!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Professor de Jornalismo tem censurado seu espaço na Web
Ponto de Vista, site e blog de Wladymir Ungaretti, professor da FABICO/UFRGS, foi censurado. Em um post, denominado Meu silêncio é um Manifesto, WU não dá maiores detalhes sobre o porquê da interrupção dos trabalhos.

Sabia-se que era processado pelo fotopublicitário de ZH Ronaldo Bernardi, mais conhecido como Fotonaldo... O referido fotógrafo entrou com ação por causa da criação do apelido Fotonaldo, atribuída a WU.
O codinome é relacionado ao seu trabalho de fotografia com manipulação e cascata, ou seja, quando uma fotografia é montada, sem o flagrante do fato real. O professor nega a versão, dizendo que apenas reproduziu uma denominação já conhecida e reconhecida no meio jornalístico...
Portanto, a despublicação de todos posts com análises e comparações sobre reportagens, manchetes e fotos dos jornais da RBS, deve ter sido por ordem judicial... Isso em pleno 2009.
Seria a volta do AI-5 somente ao RS???

Sabia-se que era processado pelo fotopublicitário de ZH Ronaldo Bernardi, mais conhecido como Fotonaldo... O referido fotógrafo entrou com ação por causa da criação do apelido Fotonaldo, atribuída a WU.
O codinome é relacionado ao seu trabalho de fotografia com manipulação e cascata, ou seja, quando uma fotografia é montada, sem o flagrante do fato real. O professor nega a versão, dizendo que apenas reproduziu uma denominação já conhecida e reconhecida no meio jornalístico...
Portanto, a despublicação de todos posts com análises e comparações sobre reportagens, manchetes e fotos dos jornais da RBS, deve ter sido por ordem judicial... Isso em pleno 2009.
Seria a volta do AI-5 somente ao RS???
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Choque|Photos CENSURADO
O "pobre" fotógrafo não pixou... Simplesmente fotografou a ação de pixadores... E sua conta do Flickr, [agora aqui], foi sumariamente deletada...
Lamentável, Flickr Brasil...
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Antes e depois
Semana passada fui convidado por Miro Bacin, editor do Portal3, a cobrir uma feira de fotografia. O evento da ALASUL foi no Hotel Continental, em Porto Alegre. Na quarta-feira nem fui a São Leopoldo, onde trabalho. Almocei no centro e apenas me dirigi até àqueles lados da Rodoviária à pé mesmo. Redigi assim a matéria:
O título é de minha autoria. No entanto, após edição, saiu assim no site:
Link: http://www.portal3.com.br/_noticias/2008/05/03/not_15-05_07.htm
E aí?! Tudo certo?!
agexCOM na ALASUL
A feira fotográfica, no hotel Continental, estava cheia. Ontem à tarde, lá pelas 15h, fui até o evento. Um andar inteiro do edifício-estacionamento anexo ao hotel foi fechado. Transformado em salas e stands, o local foi tomado por empresas de todo tipo relacionado à fotografia.
Para atrair a atenção das dezenas de compradores, na maioria lojistas, havia de tudo: tvs lcd, luzes, som, brindes, balas, garçons, água, refrigerantes e até cerveja. Não bebi nada. Havia materiais para impressão de toda ordem como papéis e químicos, fundos para estúdios, impressoras de grandes formatos, molduras e cavaletes, mini laboratórios e até figurinos. Câmeras, lentes e flashes foram representados. No entanto em um número bastante reduzido.
Grande falta fez a Sony e linha de compactas. Canon com suas câmeras profissionais, também não estava representada. Bom para Fujifilm e Kodak no segmento de câmeras compactas e para Nikon, representada agora pela Udênio, com sede aqui no RS, quebrando a exclusividade da T.Tanaka, de São Paulo. O filme, que a pouco mais de quatro anos era o carro chefe de empresas fotográficas ficou esquecido e esteve discreto, dentro de uma vitrine interna do stand da Fujifilm.
Destaques da feira
Resolvi que o Sr. Lanir Bonin, presidente da Alasul, deveria me dizer os destaques da feira. Visto que essa foi a 13ª edição. Ele preferiu me mostrar. O primeiro deles foi um scanner de alta velocidade, Kodak. Ele digitaliza até 30 fotos 10x15 por minuto, frente e verso, segundo Raul Holtz, representante. Valor: R$ 4.500.
Depois Lanir destacou o maior photobook do Brasil. A esposa do dono da empresa Via Color, Elisa Soares, explicou-nos que a idéia do álbum de 76x152cm partiu de uma brincadeira. O marido e fornecedores fizeram uma “cooperativa” para finalizar o projeto. Ela ainda ressaltou que o formato photobook, ou foto-livro, tem se disseminado bastante na fotografia social – casamentos e festas de 15 anos, principalmente – de uns dois ou três anos pra cá.
Outro destaque são as impressoras minilab de auto-atendimento da Kodak, com software atualizado. Segundo Marcelo Gomes, Gerente de Novos Negócios da empresa, além do software ser o mais fácil para manipulação de imagens a máquina é politicamente correta: não há descarte fotoquímico, por ser impressão a partir de filme especial sensível ao calor chamado Ribbon. Ainda há parceria com a Disney quanto a molduras nas fotos. Os preços das fotos no comércio saem de R$ 1 à R$ 3,50.
Voltando aos photobooks, Lanir me levou até a Srª Odila. Brasileira de olhos puxados, ela diz rodar o mundo atrás de novidades. Direto da Ásia – não quis dizer qual país, Odila trouxe uma encadernadora de foto-livros. Enquanto o atual maquinário de gráficas leva 30 dias para entregar um álbum, o conjunto de máquinas que ela vende produz 40 livros fotográficos por dia. Com investimento de R$ 90mil, quatro máquinas podem ser operadas por qualquer pessoa, segundo ela. Seria o fim da produção “artesanal”.
Por fim, a nova câmera top DSLR da Nikon: D3. A imponência no visual e riqueza nos recursos faz do clique dela, música aos ouvidos. Vem com novo sensor já usado pela Canon, CMOS. É full frame, no mesmo tamanho de um fotograma. Custa em torno de R$17.000, só o corpo. Vale cada centavo.
O título é de minha autoria. No entanto, após edição, saiu assim no site:
Feira mostra a impressão como tendência do mercado fotográfico
Ramiro Furquim
Especial/ Portal3
A 13ª Feira Fotográfica Alasul (Associação dos Laboratórios Fotográficos do Sul), realizada de 13 a 15 deste mês, no hotel Continental, em Porto Alegre, atraiu dezenas de compradores, na maioria lojistas. Havia de tudo: Tevês LCD, luzes, som, brindes, balas, garçons, água, refrigerantes e até cerveja.
Havia materiais para impressão de toda ordem, como papéis, químicos, fundos para estúdios, impressoras de grandes formatos, molduras, cavaletes, minilaboratórios e até figurinos temáticos. Câmeras, lentes e flashes foram representados. No entanto, em um número bastante reduzido.
A Sony e sua linha de compactos e a Canon e suas câmeras profissionais, não estavam presentes. Bom para a Fujifilm e a Kodak, no segmento de câmeras compactas, e para Nikon, representada agora pela Udênio, com sede aqui no RS, quebrando a exclusividade da T.Tanaka, de São Paulo.
O filme, que há pouco mais de quatro anos ainda era o carro chefe das empresas fotográficas, ficou esquecido e esteve discreto, dentro de uma vitrine interna do stand da Fujifilm.
Destaques da feira
O presidente da Alasul, Lanir Bonin, tratou de mostrar aos presentes os destaques da Feira, como o scanner de alta velocidade da Kodak, que digitaliza até 30 fotos 10x15 por minuto, frente e verso. O valor da peça: R$ 4,5 mil.
Lanir destacou o maior photobook do Brasil, de 76x152cm, produzido pela Via Color, de Porto Alegre. O formato photobook, ou foto-livro, tem se disseminado bastante na fotografia social - casamentos e festas de 15 anos, principalmente - de uns dois ou três anos pra cá.
Outro destaque são as impressoras minilab de auto-atendimento da Kodak, com software atualizado. Segundo o gerente de Novos Negócios da empresa, Marcelo Gomes, além do software ser o mais fácil para manipulação de imagens, a máquina é "politicamente correta". Não há descarte fotoquímico, por ser impressão a partir de filme especial sensível ao calor, chamado Ribbon.
Para a confecção das molduras de suas fotos, a Kodak firmou parceria com a Disney. A empresa fotográfica utiliza em seus produtos as imagens com personagens produzidas pelos estúdios de Los Angeles. Os preços das fotos variam de R$ 1 a R$ 3,50.
Tecnologia
Sobre câmeras fotográficas, a novidade era a DSLR da Nikon, D3. A imponência no visual e a riqueza nos recursos faz do clique, música aos ouvidos. Vem com novo sensor já usado pela Canon, CMOS. É full frame, no mesmo tamanho de um fotograma. Custa em torno de R$17 mil, só o corpo.
Link: http://www.portal3.com.br/_noticias/2008/05/03/not_15-05_07.htm
E aí?! Tudo certo?!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Feriados na Capital

*Alex Vieira e Wagner Gallo pensando na melhor maneira de trabalhar na rua durante esse feriado.
Uma das coisas boas (boa mesmo) de ficar em Porto Alegre durante feriados é poder sair com os amigos para "trabalhar". Fotografar é um tanto complicado com a cidade cheia... Isso sem contar quando vamos a praia uma nuvem chuvosa teima em se apresentar por cima de nossas cabeças... O tempo, dessa vez, ajudou.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Furão na Festa de Moda de ZH, em Porto Alegre
Virou moda essas semanas de moda na cidades que gostariam de ser européias, cousa e tal. ZH quer Porto Alegre Cosmopolita. E durante toda semana ouviu-se na cidade notícias sobre o Donna Fashion Iguatemi.
Eu, como aspirante a repórter de Tudo-Um-Pouco, resolvi me aventurar como "Jornalista" ou "Fotógrafo de Veículos de Moda". Era sábado. Necessariamente, levei minha câmera, não a cyber-shot, e confiante me dirigi ao terceiro andar do shopping anfitrião. Observei bem o local e o pessoal que ali se encontrava. Haviam profissionais, fashionistas, casais, menininhas muito mal-vestidas, modernos em geral e burocratas. Nesse país, ser burocrata é dar nossa identidade aos eventos. Bom. Falei com o segurança da área de entrada:
-Como faço pra entrar?
-Jornalista?! Pode passar com aquela moça.
-Brigaaado...
E me fui, bem faceiro... Pagando de profissional com equipamento nas costas e eu colocaria uma bomba no local. Mentira. A minha intenção era fotografar Daniela Sarahyba. Mas não seria tão fácil adentrar no recinto.
-Olá? Qual seu nome?
-Ramiro Fu..- Sendo interrompido...
-Sua identidade, pra eu olhar na lista...
Fui sincero:
-Ihh... Acho que meu nome não está na lista. Tinha que me cadastrar?
-Ahhh... Você não se cadastrou? Então sinto muito... Somente podem entrar pessoas cadastradas.
-Hmm... Bom. Paciência. Brigadão.(Peguei essa mania do Brigadão do Júnior..)
E dei meia-volta. Me sentei nuns banquinhos no mesmo andar. Pensei: "Vou ficar aqui, de canto, porque daqui a pouco aparece alguém que eu conheço e de repente tem o know-how pra eu entrar na buena...".
E uma galeeera subia pelas escadas rolantes e nem na área das lojas, um andar abaixo, não via uma alma das minhas. Foi quando ouvi um papo de um casal que tirava fotos. Ouvi algo como "Ela deve sair pra entrevistas...", não me lembro ao certo, e fui o que sou. Metido. :D Me meti na conversa e perguntei se havia um lugar onde as "celebridades" dariam entrevistas ou poses para fotos.
Daí a guria, Camila, me falou que não. Só lá dentro e os ingressos, R$ 20, já haviam acabado. Eles perguntaram de que veículo eu era. Ou não. Mas expliquei que era estudante de Jornalismo aquela coisa toda. E não é que Deus me concedeu o que eu queria: Ela me conseguiu um convite. Agradeci horrores e saí apressado a fim de não perder mais tempo esperando conhecidos com know-how.
Um mundo novo se abriu e eu fotografaria ela: A Sarahyba. Mas ainda assim eu não havia vencido: Com o convite eu não podia ir na área dos desfiles. Ou seja, contente-se com o telão.
Eu, como aspirante a repórter de Tudo-Um-Pouco, resolvi me aventurar como "Jornalista" ou "Fotógrafo de Veículos de Moda". Era sábado. Necessariamente, levei minha câmera, não a cyber-shot, e confiante me dirigi ao terceiro andar do shopping anfitrião. Observei bem o local e o pessoal que ali se encontrava. Haviam profissionais, fashionistas, casais, menininhas muito mal-vestidas, modernos em geral e burocratas. Nesse país, ser burocrata é dar nossa identidade aos eventos. Bom. Falei com o segurança da área de entrada:
-Como faço pra entrar?
-Jornalista?! Pode passar com aquela moça.
-Brigaaado...
E me fui, bem faceiro... Pagando de profissional com equipamento nas costas e eu colocaria uma bomba no local. Mentira. A minha intenção era fotografar Daniela Sarahyba. Mas não seria tão fácil adentrar no recinto.
-Olá? Qual seu nome?
-Ramiro Fu..- Sendo interrompido...
-Sua identidade, pra eu olhar na lista...
Fui sincero:
-Ihh... Acho que meu nome não está na lista. Tinha que me cadastrar?
-Ahhh... Você não se cadastrou? Então sinto muito... Somente podem entrar pessoas cadastradas.
-Hmm... Bom. Paciência. Brigadão.(Peguei essa mania do Brigadão do Júnior..)
E dei meia-volta. Me sentei nuns banquinhos no mesmo andar. Pensei: "Vou ficar aqui, de canto, porque daqui a pouco aparece alguém que eu conheço e de repente tem o know-how pra eu entrar na buena...".
E uma galeeera subia pelas escadas rolantes e nem na área das lojas, um andar abaixo, não via uma alma das minhas. Foi quando ouvi um papo de um casal que tirava fotos. Ouvi algo como "Ela deve sair pra entrevistas...", não me lembro ao certo, e fui o que sou. Metido. :D Me meti na conversa e perguntei se havia um lugar onde as "celebridades" dariam entrevistas ou poses para fotos.
Daí a guria, Camila, me falou que não. Só lá dentro e os ingressos, R$ 20, já haviam acabado. Eles perguntaram de que veículo eu era. Ou não. Mas expliquei que era estudante de Jornalismo aquela coisa toda. E não é que Deus me concedeu o que eu queria: Ela me conseguiu um convite. Agradeci horrores e saí apressado a fim de não perder mais tempo esperando conhecidos com know-how.
Um mundo novo se abriu e eu fotografaria ela: A Sarahyba. Mas ainda assim eu não havia vencido: Com o convite eu não podia ir na área dos desfiles. Ou seja, contente-se com o telão.

Bouenas. Ao menos eu tava lá dentro. Fotografei os globais da PRBS e beberiquei um pouco. O espumante era fino. Bem gostoso. Nesse momento rolou uma correria de midiáticos ao stand da C&A. Como eu tava com a câmera na mão, fui atrás dos "colegas" e entrei no stand. Entrei no stand da C&A. A loja que trouxe a Sarahyba pra desfilar. Ou seja: Me dei!
Fotógrafos na frente e câmeras de vídeo atrás era a orientação. Bã... Me dei afú.
Fotógrafos na frente e câmeras de vídeo atrás era a orientação. Bã... Me dei afú.

Olha só a bonita aí, então. Te liga na bizoiada dela no cara...

Resolvi pegar a manha de entrar no vácuo e, de quebra, fotografei moda mesmo. Paparazzi dá dinheiro mas é meio perigoso. Entrei na área de desfiles e vi o último, Alexandre Hercovitch. Nota: Eu tava de camiseta manga curta e passava mal com o calor. Agora imagina os modeletes com a roupas de esquimó que o Hercovitch apresentou. Faltou planejamento da organização. Ou era pra realçar os perfumes das pessoas ali envolvidas: "O meu é tal, Natura...."

Postarei mais fotos em outroangulofotografia.blogspot.com/
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
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